Serfiotis quer portas abertas para vigilantes sanitários

Serfiotis quer portas abertas para vigilantes sanitários
TEXTO: Ricardo Leite Moraes   FOTO: Dorinha Lopes
Combate à Dengue

Serfiotis quer portas abertas para vigilantes sanitários

 

         Reunido com o setor de Vigilância Sanitária do município na última terça-feira, dia 10, o prefeito de Porto Real, Jorge Serfiotis, fez um pedido especial à população. “É preciso que cada morador cuide do seu terreno, da sua residência e receba sempre o agente de endemias de portas abertas. Estamos no período de chuvas, que aumenta muito o risco de proliferação dos mosquitos transmissores de doenças. Como a gente sabe, combater a dengue, zika vírus e chikungunya é dever de todos”, alertou o prefeito que tem cuidado dos temas mais urgentes para o município nestes primeiro dia de governo.

        Serfiotis anunciou também o retorno às ruas do carro fumacê, que faz a pulverização de inseticidas, e informou que a Vigilância fará um trabalho especial nas obras paralisadas e nos logradouros públicos. “Estamos pedindo a colaboração do morador, mas não vamos deixar de fazer a nossa parte. Já determinei uma ação imediata de limpeza na creche em construção no Jardim das Acácias e em todo bairro Freitas Soares, de onde temos recebido muitas queixas sobre larvas e mosquitos”, adiantou. Presente à reunião, o vice-prefeito e secretário de Obras, Ailton Marques, dará apoio aos trabalhos com a equipe de conservação.

        A coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, Renata Alves, orienta o cidadão que não esteja em casa na hora da visita dos agentes, que responda a notificação deixada entrando em contato com a Vigilância pelo telefone 3353-4899 ou comparecendo ao setor, que fica à Rua Fernando Bernardelli, 1219, no Centro, para que a visita seja reagendada.

Comércio de alimentos

        A regularização junto à Vigilância Sanitária dos estabelecimentos que comercializam alimentos também foi pauta da reunião e mais uma vez o prefeito aposta na conscientização. “Compreendo que a crise motivou muitas pessoas a abrirem seu próprio negócio ou produzirem alimentos em casa para venda direta. Mas é preciso seguir as orientações e normas da Vigilância Sanitária, que servem para proteger os consumidores e quem manipula os produtos”, argumentou Serfiotis.




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